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sábado, 6 de agosto de 2011

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Resenha: Piratas do Caribe 4

Pra muitos – e certamente pra mim – só o fato de ter o Capitão Jack Sparrow novamente já valia pagar o ingresso pra assistir o Piratas do Caribe 4. E digo mais, não ter o Orlando Bloom  é também Keira Knightley fez falta.

O fato é que, Piratas do Caribe 4 – Navegando Em Águas Misteriosas não é sequência dos outros, mas também não é reboot da história. É simplesmente outra história do nosso querido Jack. Uma história mais focada no capitão do Pérola Negra.


Sparrow, os ingleses e os espanhóis estão à procura da Fonte da Juventude. Claro que de alguma maneira desconhecida, Jack tem o mapa pra chegar ao local, mas acaba perdendo-o na sua fuga da condenação à forca em Londres.

Nessa fuga, reencontra Angelica(Penélope Cruz), uma mulher do seu passado e as coisas esquentam. Ela engana-o e ele acaba sendo levado para o famoso Barba Negra(Ian McShane) – o pirata que todos os outros piratas temem. E mal sabia Jack que Angelica era filha de Barba Negra.

Ainda temos o excelente Capitão Barbossa(Geoffrey Rush), que agora está trabalhando para a coroa britânica, e todos com o mesmo objetivo: chegar à fonte da Juventude.

Jack continua o mesmo: fanfarrão, beberrão, improvisador, engraçado, piadista e com todos os seus trejeitos. O pseudo-romance com Angelica funciona, mas não achei nada excepcional. O outro pseudo-romance entre um missionário e uma sereia até poderia ter sido melhor explorado, funcionaria bem.

Mas Piratas 4 não é sobre romances. Piratas 4 é sobre Jack Sparrow, é sobre piratas, aventuras, saltos impossíveis, fugas extraordinárias, mentiras, risadas e diversão. Não há cargas filosóficas, não há o que pensar: é sentar e se divertir. É um filme simples pra família assistir, sem maiores pretensões.

Informações Técnicas:
Título Original: Pirates of Caribbean: On Stranger Tides
Título no Brasil: Piratas do Caribe: Navegando Em Águas Misteriosas(ou carinhosamente, Piratas 4)
Direção: Rob Marshall
Gênero: Aventura
Duração: 137 minutos
Ano de Lançamento: 2011
Origem: EUA
Grude: ★★★½☆

terça-feira, 7 de junho de 2011

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Resenha: Os Muppets

Os Muppets são tão famosos que até a mais recente geração provavelmente reconhece personagens como Miss Piggy e Caco, o sapo. São apenas dois de vários fantoches que entraram no imaginário popular. Irônico, entretanto, é ver que os Muppets pareciam não ser mais sinônimo de bom faturamento. Em matéria de cinema, temos “Muppets do Espaço” como o último longa-metragem protagonizado pelos fantoches – esta produção de 1999 foi um fracasso no circuito estadunidense. Entra aí Jason Segel, um ator afeito a comédias que aos poucos faz seu nome diante do público americano e que oferece para os Muppets uma nova chance na tela grande através da sua colaboração como protagonista, roteirista e produtor.

 http://cr.i.uol.com.br/album/muppets_filme_f_001.jpg

No novo “Os Muppets”, a história é centrada em Gary (papel de Jason Segel), no seu irmão Walter (voz de Peter Linz) e na sua namorada Mary (Amy Adams). Gary divide as atenções com ambos, pois Walter tem dúvidas existenciais e Mary é daquelas namoradas devotadas loucas por um pedido de casamento. Numa passagem em Hollywood para visitar o estúdio dos Muppets, Walter desvenda que o ambicioso Tex (Chris Cooper, uma das poucas surpresas do filme) pretende destruir o lugar e remover todo o petróleo que há no solo. O trio então procura reunir toda a turma liderada por Caco (ops, Kermit) para fazer um show televisivo com intenção de arrecadar 10 milhões de dólares e preservar o estúdio.

A vontade dos realizadores em trazer os Muppets de volta parece desesperadora. Só assim para justificar esse desejo como principal elemento da narrativa. Assim, apesar dos bons números musicais e algumas sacadas divertidas (como  o que envolve a atriz Emily Blunt reprisando a sua antipática secretária de “O Diabo Veste Prada”), “Os Muppets” nada mais é do que uma investida tão aborrecida quando as aventuras mais fracas da turma em outros títulos, preenchendo a tela apenas com várias participações especiais de astros hollywoodianos (a mais insuportável sem dúvida é a de Jack Black) e com nostalgia com gosto de naftalina. Não à toa, Frank Oz, uma das principais mentes por trás dos Muppets, recusou a oferta de dirigir esta produção alegando pouca simpatia com o roteiro.

Título Original: The Muppets
Ano de Produção: 2011
Direção: James Bobin
Roteiro: Jason Segel e Nicholas Stoller
Elenco: Jason Segel, Amy Adams, Chris Cooper, Rashida Jones, Alan Arkin, Bill Cobbs, Zach Galifianakis, Ken Jeong, Jim Parsons, Eddie Pepitone, Kristen Schaal, Sarah Silverman, Jonathan Palmer, Whoopi Goldberg, Selena Gomez, David Grohl, Neil Patrick Harris, Judd Hirsch, John Krasinski, Rico Rodriguez, Mickey Rooney, Emily Blunt, Jack Black e vozes de Steve Whitmire, Eric Jacobson, Dave Goelz, Bill Barretta, David Rudman, Matt Vogel e Peter Linz
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Resenha: Beijada por um anjo 2 - A Força do Amor

Autora: Elizabeth Chandler
Editora: Novo Conceito
Comprar: Cultura / Submarino
Classificação:  

"Ivy pegou suas partituras, tentando decidir o que tocar. [...] Suas mãos assumiram o controle e agiam como se ela nunca tivesse parado de tocar. Por um mês ficou se segurando tanto que agora se entregava totalmente à música que ressoava ao seu redor. A melodia parecia querer carregá-la e ela permitia ser levada para onde quer que desejasse.
- Eu amo você, Ivy, e um dia você vai acreditar em mim.
Parou de tocar. A sensação de que ele estava por perto era impressionante. A lembrança era tão forte - ele em pé, atrás dela sob a luz do luar, ouvindo-a tocar - que não conseguia acreditar que ele não estava mais ali. Deixou a cabeça cair sobre o teclado do piano.
- Tristan! Sinto tanto a sua falta, Tristan!"

Se você ainda não leu o primeiro livro da trilogia Beijada por um anjo (leia a resenha aqui), é melhor não ler esta resenha, pois, para quem não leu o livro um, ela pode conter spoilers.
O final do primeiro livro foi intrigante, já que Tristan percebeu que sua morte não foi causada por um mero acidente... Alguém tinha a intenção de matá-lo, ou pior: de matar Ivy. Ou os dois. Mas... por quê? A única coisa que o anjo Tristan sabe, agora, é que sua amada precisa - mais do que nunca - de proteção. Ele deseja se comunicar com ela, porém... Como fazer isso, se Ivy deixou de acreditar em anjos? Como mantê-la segura e ainda ajudá-la a suportar a imensa dor que ela vem sentindo?

Ivy, como não poderia ser diferente, ainda não conseguiu superar a perda de seu grande amor. Todos ao seu redor estão tentando fazê-la reagir, mas ela vive atormentada pela saudade de Tristan e pelos terríveis pesadelos que vem tendo em relação à noite do acidente. E, pouco a pouco, começam a ser estabelecidas relações entre a morte de Tristan e a da mãe de Gregory... Seriam só coincidências? Fruto da imaginação? Ou de fato as duas mortes estariam ligadas? E, se estiverem ligadas, o que as une?
Então, só resta a Tristan contar com a ajuda de amigos. Entre eles, encontra-se outro anjo, Lacey, que, quando humana, foi uma atriz de cinema. Lacey é uma personagem divertidíssima! Ela traz leveza aos dramas de Tristan e, embora seja, em diversos momentos, brincalhona ou simplesmente irritante, ela o ajuda a conhecer e a dominar seus poderes, que serão muito úteis para salvar Ivy dos perigos pelos quais está passando. E não são poucos.
Mas, dessa vez, Ivy não parece estar tão sozinha. Embora ainda ame Tristan, as coisas começam a mudar entre Ivy e Gregory, e os sentimentos da garota começam a ficar um pouco confusos. O irmão de consideração está sempre ao lado de Ivy, ajudando-a nos momentos difíceis, ela, finalmente, começa a abrir novamente seu coração. Haverá futuro para Ivy e Gregory? Será nos braços dele que Ivy, enfim, conseguirá consolo para as feridas em seu coração? E Tristan, como reagirá ao ver a possibilidade de sua amada envolver-se com outro alguém?
À medida que a trama avança, vão surgindo suspeitos e o livro deixa os leitores cada vez mais curiosos. Algumas pistas, muitos suspeitos, grandes perigos. Como resolver esse enigma? A trilogia Beijada por um anjo vicia. A história vai ficando cada vez melhor, à medida que crescem o suspense e o romance. E - preciso avisar - o final do segundo livro é angustiante, deixando intensa a vontade de ler o terceiro.

domingo, 29 de maio de 2011

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Resenha: Beijada por um anjo

Autora: Elizabeth Chandler
Editora: Novo Conceito
Comprar: Cultura / Submarino
Classificação:

"Deitado na cama, sonhou com Ivy - Ivy e seus cabelos encaracolados caindo nos ombros.
Aos poucos, foi percebendo passos do lado de fora da porta juntamente com o som de algo sendo puxado por um carrinho, ou algo do tipo. Pulou da cama. O que ele estava fazendo lá? (...)
Nesse momento, Tristan lembrou-se de tudo: do acidente, da ambulância, das palavras da paramédica. Estava morto. Mas ainda podia pensar. Podia ver as outras pessoas. Será que era um fantasma?"

Ivy vê sua vida se transformar quando sua mãe, Maggie, decide se casar de novo. Agora, Ivy e seu irmão mais novo, Philip, terão que acompanhar a mãe, que se casará com Andrew, um homem rico, pai de Gregory. Cidade nova, casa nova, mundo novo e nova escola, onde a única pessoa que ela conhece é sua amiga Suzanne. Mas logo Ivy faz amizade com Beth e as três se tornam inseparáveis.
Então, quando as coisas estão se normalizando para Ivy, acontece algo que mudará para sempre a sua vida: a garota, que tem pavor de água, desde que, uma vez, quase se afogou em uma piscina, precisa enfrentar um desafio no colégio. E as coisas quase não terminam bem para a nossa protagonista: para seu horror, ela quase cai na piscina da escola. Todavia, aparece alguém para salvá-la: Tristan, o nadador mais assediado do colégio.
O que Ivy não sabe é que Tristan, esse rapaz belo e popular, está completamente apaixonado por ela e seria capaz de tudo para conseguir uma chance com Ivy. Depois de alguns atos de gentileza, finalmente Tristan consegue se aproximar de Ivy, a quem começa a ajudar a superar seu pânico de água. Pouco a pouco, Tristan começa a conquistar a confiança e o coração de sua amada. E, quando tudo parecia estar perfeito, um acidente de carro drasticamente põe fim à vida de Tristan.
A morte repentina de Tristan põe fim a outras coisas também, como a fé de Ivy em anjos. Ela sempre confiou nesses seres celestiais, sempre fez orações e pediu ajuda nos momentos difíceis, porém, agora, como ela poderia acreditar neles? Como poderia ser verdadeira a existência de anjos se eles não fizeram nada para impedir a morte do amor de sua vida? Ivy está cética e inconformada.
A perda de sua fé nos anjos é justamente o que não permite a Ivy se comunicar com Tristan, que voltou, em forma de anjo, para ajudá-la. O anjo Tristan percebeu que Ivy está correndo perigo, é possível que sua vida esteja em risco e só Tristan pode fazer algo por ela... Mas como, se ela perdeu a fé? Nesse momento, Ivy parece apenas dar ouvidos a Gregory, que também passa por um momento delicado: sua mãe aparentemente se suicidou.
Beijada por um anjo é um livro gostoso e apaixonante! Misturando suspense e romance, a narrativa fascina e nos deixa na curiosidade para o próximo livro (ele é o primeiro de uma trilogia que está prometendo virar uma série). Difiícil não se envolver com uma trama em que o amor não encontra barreiras, nem mesmo na morte.
"- Quando se ama alguém, não acaba nunca! - respondeu a Dra. Carruthers gentilmente. - Você supera porque tem de superar, mas leva-o em seu coração para sempre."

segunda-feira, 23 de maio de 2011

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Piratas do Caribe 4 é a maior estreia da história do cinema

Filme superou 'Harry Potter' e faturou US$ 256,3 milhões fora dos EUA. Produção com Johnny Depp e Penelope Cruz teve lançamento em Cannes.

  A quarta parte da saga "Piratas do Caribe" se tornou a melhor estreia da história com US$ 256,3 milhões em seus cinco primeiros dias de exibição fora das salas dos Estados Unidos, segundo informa o site especializado "Box Office Mojo" nesta segunda-feira (23).
Esse número supera a melhor marca registrada anteriormente, conquistada por

Esse número supera a melhor marca registrada anteriormente, conquistada por "Harry Potter e o enigma do príncipe" (2009), com US$ 236 milhões.
 A saga estrelada por Johnny Depp e Penelope Cruz se transformou no último fim de semana na melhor estreia do ano nos Estados Unidos, com US$ 90,1 milhões, embora esse número fique longe dos obtidos pelas sequências anteriores da franquia.

O filme, dirigido por Rob Marshall, apesar de ser exibido em salas 3D, nos cinemas americanos ficou atrás da bilheteria da segunda parte da saga, "O baú da morte" (2006), com US$ 135,6 milhões, e da terceira parte, "No fim do mundo" (2007), com US$ 114,7 milhões.
 
http://www.progresso.com.br/media/images/946/9138/tmp/600x450x3-4ddada6a4433be602cc99823a91dfef39451e2e277b60.jpg
Johnny Depp e Penelope Cruz no lançamento de "Piratas do Caribe 4" em Cannes, no último dia 14. (Foto: Reuters)


O filme original, "A maldição do Pérola Negra", gerou US$ 46,6 milhões após seu primeiro fim de semana de exibição, em 2003.

A bilheteria mundial do longa-metragem já alcança os US$ 346,4 milhões, o que representa a quarta melhor marca da história para uma estreia.

Nos Estados Unidos, a segunda melhor bilheteria ficou com a comédia "Bridesmaids", com US$ 21,1 milhões, enquanto o terceiro lugar ficou para "Thor", com US$ 15,5 milhões.

Em quinto lugar na lista de estreias mais vistas do fim de semana ficou "Rio", com US$ 4,7 milhões em sua sexta semana em cartaz.

"Piratas do Caribe - navegando em águas misteriosas" teve sua primeira exibição pública na última edição do Festival de Cannes, que terminou no domingo (22).

sábado, 9 de abril de 2011

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Moulin Rouge

Moulin rouge (Amor em vermelho) é um romance musical, com um ar meio boêmio dirigido por Baz Luhrmann, o filme foi inspirado em duas óperas diferentes e em uma antiga história grega.
  




A história gira em torno de Christian (Ewan McGregor), um poeta, jovem, criativo e romântico nato que se muda para Paris próximo a uma espécie de cabaré, um estabelecimento que oferece desde apresentações de dança até o serviço de prostitutas, o poeta acaba se apaixonando por Satine (Nicole Kidman) uma das cortesãs do moulin rouge, apesar da história se passar em um cenário tão “perturbador” a trama é muito bonita e ao fim do filme da pra desabar em lágrimas com uma lindo história de amor.
  Não é a toa que o filme recebeu o Oscar de melhor figurino em 2002 (nossa faz tanto tempo!), o filme mudou minha antiga visão preconceituosa sobre musicais , pois esse realmente me cativou, é divertido, tem uma bela história, os personagens são muito bem representados pelos atores e para agradar aos olhos devemos lembrar das roupas que aparecem durante o filme que são simplesmente deslumbrantes e muito bem trabalhadas, os figurinos de Satine são maravilhosas.






                     Todos os acessórios são estonteantes....acho que as fotos já falam por si só....


                                                    Adoro fotos de bastidores  *-*





  


O filme ficou muito famoso na época de seu lançamento e depois de um tempo serviu de inspiração para a banda The killers, uma banda estado-unidense de rock alternativo, para criar um dos três video-clips que a música “Mr Brightside” teve,é uma das minhas músicas preferidas da atualidade , a banda é muito boa e o clip dispensa comentários.

terça-feira, 8 de junho de 2010

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Guerra nas Estrelas (Star Wars) novamente nos cinemas. Agora em 3D

 
É isso mesmo! Para os fãs de Darth Vader, Yoda, Leia, Han Solo, Luke Skywalker e dos seis filmes que fizeram a cabeça dos fãs da série, a novidade é que todos os filmes de Guerra nas Estrelas poderão ser vistos novamente no cinema, a partir de 2012 nos Estados Unidos e sem previsão de estreia no Brasil.

A LucasFilm, produtora criada por George Lucas (que dirigiu quatro dos seis filmes da saga de Star Wars) anunciou que todos os longas serão relançados em formato 3D e em ordem cronológica, começando por Star Wars: Episódio I - A Ameaça Fantasma, diferente da ordem de lançamento original, que começou em 1977 com Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança.
Será que os fãs da saga vão aprovar Star Wars em 3D?
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