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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

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Resenha do Filme: Qual seu Número?


Meus amores, se tem uma coisa que eu gosto tanto como eu gosto dos livros: são os filmes. Por isso, nessa nova fase do blog, além de resenhas de livros, vocês também vão encontrar muitas resenhas de filmes. Está sendo muito bom pra mim, ter essa oportunidade de compartilhar com vocês as minhas opiniões, sobre determinados livros e filmes. Essa troca de opiniões, é muito interessante! Por isso, eu quero agradecer a todos os meus leitores, por sempre comentarem nos meus posts. Esse comentários são muito importantes pra mim! Mas agora chega de enrolação e vamos direto ao assunto, que me fez criar esse post!



 Sinopse: Podem 19 erros ajudar a encontrar o Príncipe Encantado? Quando lê um artigo que a leva a acreditar que vai ficar sozinha para sempre, Ally Darling começa uma busca insana pelo melhor 'ex' da sua vida. Contudo a busca de Ally para reencontrar seus antigos namorados sai bem diferente do que ela imaginou e é insanamente divertida: de um ventríloquo que é mais irreal do que seu boneco a um ginecologista com uma memória para locais específicos. Mas apesar de tudo, Ally pode acabar encontrando o homem de seus sonhos onde ela menos esperava...

Esse filme foi baseado no livro: Qual seu Número escrito pela autora: Karyn Bosnak.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

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Resenha do Filme: "Cada um tem a gêmea que merece"

Ola queridos, hoje vamos falar um pouquinho de Adam Sandler, Adam Sandler, Al Pacino, Kate Holmes e outros.
 "Cada um tem a gêmea que merece"
(Jack and Jill)

Elenco: Adam Sandler, Al Pacino, Katie Holmes, Elodie Tougne, Rohan Chand, Eugenio Derbez, David Spade, Nick Swardson.
Direção: Dennis Dugan
Gênero: Comédia
Duração: 91 min.
Distribuidora: Sony Pictures
Orçamento: US$ 79 milhões
Estreia: 10 de Fevereiro de 2012


O filme começa com alguns gêmeos dando seus depoimentos sobre o irmão, geralmente depoimentos engraçados, é claro.

Adam Sandler é Jack, um homem de sucesso em seu trabalho e na vida pessoal. Ele é casado e tem dois filhos. (A menina, por sinal, está sempre vestida igualzinha a boneca)

Porém, ele tem que lidar com a sua irmã meio “maluquetes”, Jill, que está chegando para as comemorações de final de ano.
Ela é completamente engraçada, doce, ingênua,ama o irmão, não sabe o que é skype, muito menos sabe como usar um computador.

Jack não agüenta mais a irmã, mas tudo muda quando ele precisa fazer com que Al Pacino aceite atuar em seu mais novo comercial e o astro se apaixona pela Jill.

Eu gostei bastante do filme. Adoro o Adam Sandler e achei que ele realmente ficou um sarro como Jill.
 
 O FILME CORRESPONDEU OU NÃO ÀS MINHAS EXPECTATIVAS? Sim, é um filme comédia leve e legal. Mas a aparição de uma certa pessoa fez o filme subir no meu conceito! hahaha

UMA CENA: Genteee, vou dar um “spoiler” aqui que vai fazer com que MUITA gente surte e queira ver: o JOHNNY DEPP aparece em uma cena!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! (Ao lado do Al Pacino, em um jogo). SÉRIO!! Eu fui pega de surpresa e preciso dizer isso, porque uma aparição do Johnny em qualquer filme que seja, é sempre bem vinda né?! *-* Então, a cena que ele aparece é demais!
 
RECOMENDO ESTE FILME: Sim, super!!
 
TEM UM FINAL FELIZ: Sim

 DICAS PARA QUEM PRETENDE ASSISTI-LO:
-Faça pipoca;
-Olha, eu já estou TÃO acostumada a assistir os filmes do Adam dublado que eu praticamente não liguei para esse fato. Mas, claro que na hora em que o JOHNNY DEPP apareceu, eu queria ouvir a voz REAL dele né.. hahaha Mas fica a seu critério, eu não liguei até. E olha que eu ligo! Hahaha
-Aproveite o filme!
-Dê boas risadas!! =)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

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Harry Potter fecha um ciclo de uma geração e da chamada cultura POP

o harry potter and the deathly hallows part 2 fan trailer clip Harry Potter fecha um ciclo de uma geração e da chamada cultura POP

Toda geração precisa de um fenômeno POP violento para chamar de seu. Se Star Wars delimitou a cultura ianque dos anos 70 e 80 e, após um hiato de crise de identidade da sociedade do espetáculo na esquisita década de 90, um bruxinho britânico subiu inesperadamente para o olimpo da representatividade estética de um tempo: Harry Potter.

Com apuro literário da escritora J K Rowling, bem acima da média atual por sinal, a saga possui méritos pela bem construída sustentação dramatúrgica de sua trama que, não tem nada de novo (centralizar uma história num escolhido que pode mudar o todo de um universo é tão surrado quanto a punhetação do amor impossível por famílias rivais Shakespeareano), mas é na facilidade em impetrar um universo próprio e uma justificativa dramática para tal que reside o sucesso da franquia, também cinematográfica.

Desde 2001, com intervalos quase anuais, éramos imersos em cada interpretação artística de um dos sete livros para o cinema. Agora, a sensação do fim é tão pungente quanto histórica. O bom diretor David Yates costura bem o amadurecimento de seu herói sob o foco da urgência (bem condizente com seu trabalho realista na tv britânica) e, ainda que não consiga alicerçar bem todos os desfechos na guerra anunciada que toma conta de mais da metade do filme (como o fim da bruxa Belatriz Lestrange e a própria participação de Rony em si, ambas banais) manteve a dignidade da superprodução para além da expectativa que a cercava.

Se tornou difícil analisar o filme isoladamente – talvez numa tentativa esforçada, dê para dizer que a primeira parte desse final é melhor, mas assim como O Senhor do Anéis: O Retorno do Rei, que ganhou um Oscar para toda a trilogia, “Harry Potter e as Relíquias da Morte, parte 2″ honra toda saga e finaliza com a ideia bem compreendida de que a maturidade, não só de Harry mas de todo o universo que o cercou em sete livros e oito filmes, resultou em um alegoria caprichada e inteligente daquilo que se entende por magia. Pronto, que venha a próxima década para nos trazer universos próprios e legítimos e estabeleça o cinema como porta de diálogo para uma geração.

Harry Potter e as Relíquias da Morte, parte II:

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

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Thor 2 tem novo roteirista

 http://www.caravelavirtual.com.br/wp-content/uploads/2012/01/thor.jpg



A Disney e a Marvel Studios começaram a produção da continuação do sucesso de 2011 e tudo está caminhando nos conformes, aparentemente.

O filme entrará em produção na metade do ano e enquanto isso, o roteiro vai sendo refinado. Agora quem está encarregado de revisar o script é Robert Rodat, que tem em seus créditos o texto de O Resgate do Soldado Ryan e o ainda não produzido World of Warcraft (sim, o filme do jogo da Blizzard mesmo). Rodat irá revisar o roteiro original de Don Payne, corroteirista do primeiro filme.

Thor 2 terá o retorno de todo o elenco do anterior e será dirigido por Alan Taylor, conhecido pelo seu trabalho em séries como Boardwalk Empire e Game of Thrones.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

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Resenha: A última música

Autor: Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Comprar: Cultura / Submarino
Classificação:
"Ela não era como as outras pessoas que conhecia. Tinha certeza de que jamais soltaria de sua mão. Seus dedos pareciam ter o encaixe perfeito nos dele - perfeitos complementos entrelaçados sem esforço algum."

Acabei de ler A última música, de Nicholas Sparks e decidi postar sobre o livro no mesmo instante. É uma verdadeira leitura deleitosa. Não conseguimos parar de ler até chegarmos à última página. Quando acabamos, fica aquela sensação de vazio, que, para mim, é substituída pela lembrança de que ainda há livros de Sparks que irei ler em breve.

Mas, enfim, vamos ao livro. Ele conta a história da jovem vegetariana de 17 anos, Ronnie, apelido de Verônica, filha do casal divorciado Steve e Kim e irmã do jovem Jonah, de 10 anos. Ronnie é uma exímia pianista, ofício que aprendeu durante a infância com seu pai por professor. Entretanto, desde que Steve saiu de casa, Ronnie se sentiu traída pessoalmente e passou, então, três anos sem falar com o pai e sem sequer ler as cartas que ele escrevia a ela. Além disso, com a saída do pai, Ronnie deixa definitivamente de tocar e compor, além de não ligar para os estudos, chegando até mesmo a cometer pequenos furtos por simples prazer. O período de silêncio entre Ronnie e Steve é rompido quando a mãe informa que ela e Jonah irão passar o verão com o pai, na Carolina do Norte.

Obviamente, a adolescente recebe a notícia com irritação e, ao chegar lá, continua evitando o pai, saindo cedo de casa e passando o dia inteiro na rua, sem dar nenhuma satisfação. Ao contrário do que ela imagina, porém, o pai não a trata com agressividade, mas com condescendência. Na sua primeira saída, à noite, passa a detestar cada vez mais o lugar onde irá ficar por meses intermináveis e, para piorar, quando ela está passando por um local onde há jogos de vôlei e decide não ficar, sem que ela perceba, um dos jogadores, de corpo malhado, loiro, esbarra nela e a derruba, fazendo com que o refrigerante que ela segurava caísse sobre si mesma. Ele pede sinceramente desculpas e ela vai embora.


Quando está tentando comprar outra camisa, visto que a sua estava horrivelmente suja, conhece Galadriel, mais conhecida como Blaze, que parece ser uma possível companhia. Em seguida, conhece Maucus, namorado de Blaze, Ted e Lance, amigos de Marcus. Eles, então, resolvem ir a uma lanchonete, onde encontram o jogador de vôlei e um amigo. Quando Marcus vê os dois, começa a provocá-los e eles iniciam uma briga que é interrompida por Ronnie aos gritos, quando ela percebe que havia uma criança que se machucara por causa da inconsequência deles. Depois de paralisada a briga, Ronnie e seus novos "amigos" saem para ir ao Bower's Point, de onde foi retirada por um policial amigo de seu pai, que obteve a informação de seu paradeiro através do jogador de vôlei que havia esbarrado em Ronnie, Will.

Depois do episódio na lanchonete, Will, que acabara recentemente seu namoro de dois anos com Ashley, uma linda e bem superficial garota, não consegue parar de pensar em Ronnie e em como ela era imprevisível e linda e aparentemente única.

Ronnie, no dia seguinte, após ter sido levada para casa pelo policial, encontra-se com Blaze, conversam empolgadas sobre coisas erradas que já fizeram e, em seguida, encontram-se com Marcus e seus amigos, e Ronnie tem a oportunidade de constatar como ele maltrata Blaze e ela fica impassível a isso. Nesse mesmo dia, à noite, há uma situação muito desagradável, pois Marcus descaradamente dá em cima de Ronnie, com Blaze um pouco à distância e, quando ele é repelido por Ronnie, sai de perto dela e diz que não quer sair com ela, dando a entender que era ela quem estava dando em cima dele. No dia seguinte, Ronnie resolve encontrá-la e explicar a situação toda. Depois de elas conversarem em uma loja de cds, onde a jovem Ronnie não consegue alcançar seu objetivo, depois de Blaze sair, Ronnie descobre, ao ouvir o sinal do alarme, que Blaze havia colocado cds e discos, que eram itens de colecionador em sua bolsa, com o propósito de vê-la sendo acusada de roubo. Galadriel sabia que Ronnie não podia ser acusada de algo do tipo devido aos crimes que cometeu em Nova York, então essa era a forma perfeita de mantê-la longe de Marcus.

A partir desse acontecimento, Ronnie, lenta e progressivamente, vai melhorando seu relacionamento com o pai, quando vê que este acredita sinceramente em sua inocência. Em uma conversa, então, Steve conta para Ronnie sobre um ninho de tartarugas que estava perto de sua casa e que eles deviam ter fé para que não fosse destruído por guaxinins. Então, ela liga para o aquário, pedindo que eles enviassem no outro dia alguém para fazer uma cerca de proteção para manter os ovos em segurança e, nesta noite, ela acampa do lado de fora da casa, ao lado do ninho para proteger os ovos. No dia seguinte, ela é acordada por Will, o jogador de vôlei, que era também mecânico e voluntário do aquário, mas ele só havia ido para demarcar o local da cerca e, no dia seguinte, apesar de Ronnie ter sido muito persistente para que a cerca fosse providenciada, ela não estava lá. Então, para compensar isso, Will resolve ir para a casa de Ronnie para se revesar com ela e proteger o ninho. Nesses momentos, eles se conhecem melhor e terminam se envolvendo.

Porém, há algumas questões que precisam ser resolvidas e que só a leitura do livro permite que se descubram as respostas: Ronnie e Will vão viver apenas um amor de verão? O que o futuro os reserva? Por que Ronnie e Jonah tiveram que passar o verão com o pai se isso nunca foi necessário antes? Por que seu pai repentinamente resolveu abandonar a família? Como Ronnie iria esclarecer o crime do qual era inocente? Por que havia uma rixa tão grande entre Will e Scott e a turma de Marcus? O que iria acontecer com Blaze? Até que ponto será recuperado o relacionamento de Ronnie com seu pai? Ela vai voltar a tocar e a compor? Enfim, as respostas a essas perguntas aparecerão com a leitura do livro, que, por sinal, é uma leitura muitíssimo recomendada.

A última música é uma das mais envolventes histórias que li nos últimos tempos, ela não é centrada numa simples história de amor entre dois adolescentes, mas sim conta a história de duas pessoas marcadas por perdas e sobrecarregadas com seus problemas, envoltas em um mundo aparentemente tranquilo, mas cheio de segredos e de disfarces e esses dois seres vão crescendo, amadurecendo e se descobrindo através do amor de um pelo outro. Simplesmente linda!!!

Além disso, acho muito positiva a forma como Sparks conta a história toda. Ela é contada em terceira pessoa e cada capítulo tem o nome de uma das personagens (Ronnie, Will, Steve e Marcus). Então, em cada capítulo, ele analisa e expõe detalhes de cada personagem, de modo que os conhecemos, ao longo da história, de modo muito profundo.

Contudo, um ponto negativo que sou obrigada a ressaltar, mas que não tem nada a ver com o conteúdo da história, diz respeito à tradução do livro para a Língua Portuguesa. Não posso ficar quieta, sendo eu uma professora de Português, para os tantos erros vistos na edição. São erros grosseiros que não deveriam acontecer, como os braço, a dia (o dia), repetição de palavras, erro de separação silábica, dentre outros, os quais não poderiam acontecer especialmente em um livro de tão expressiva qualidade. Apesar disso, como já expliquei, A última música vale sim a pena ser lido.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

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[Resenhas] Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2


Mesmo que David Yates não seja o diretor preferido de muitos dos fãs da saga do bruxinho mais famoso do mundo, ninguém pode negar: ele conseguiu produzir o final da versão cinematográfica de Harry Potter dando aos leitores e cinéfilos um belo filme, encerrando com chave de ouro a sequência de oito filmes.
“Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″ começa exatamente onde a parte 1 terminou, e mantém o clima de tensão de seu prólogo. As cenas de batalha são muito bem produzidas, e a emoção toma conta dos fãs nas cenas que definem os acontecimentos.

Em particular, apesar do tom grandioso, este é um filme de detalhes. Mesmo que falte muitas coisas (como sempre, e a expectativa do leitor sempre vai encontrar uma ausência aqui e ali, além das “licenças poéticas”), estão em pequenas e delicadas sequências curtas os grandes momentos do filme. E em uma cena grande, que vou definir apenas como “a grande cena branca” do soturno último filme da saga. Compre sua pipoca, leve seu lenço, não pisque (senão nem verá Emma Thompson), divirta-se e guarde tudo em suas lembranças.

Mesmo que David Yates não seja o diretor preferido de muitos dos fãs da saga do bruxinho mais famoso do mundo, ninguém pode negar: ele conseguiu produzir o final da versão cinematográfica de Harry Potter dando aos leitores e cinéfilos um belo filme, encerrando com chave de ouro a sequência de oito filmes.
“Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″ começa exatamente onde a parte 1 terminou, e mantém o clima de tensão de seu prólogo. As cenas de batalha são muito bem produzidas, e a emoção toma conta dos fãs nas cenas que definem os acontecimentos.

Em particular, apesar do tom grandioso, este é um filme de detalhes. Mesmo que falte muitas coisas (como sempre, e a expectativa do leitor sempre vai encontrar uma ausência aqui e ali, além das “licenças poéticas”), estão em pequenas e delicadas sequências curtas os grandes momentos do filme. E em uma cena grande, que vou definir apenas como “a grande cena branca” do soturno último filme da saga. Compre sua pipoca, leve seu lenço, não pisque (senão nem verá Emma Thompson), divirta-se e guarde tudo em suas lembranças.

sábado, 10 de dezembro de 2011

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Resenha: Alvin & Os Esquilos 3

 http://www.ambrosia.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Alvin-and-the-Chipmunks-Chipwrecked.jpg

Não há como escapar: trânsito de tirar a paciência de qualquer cristão no final das tardes de sexta ou nos domingos de manhã, praias lotadas, filas em tudo quanto é lugar… sim, são as férias de janeiro, e se você tem filhos pequenos, bom, certamente fará parte da jornada pós-festas de fim de ano e pré-corrida para as compras de material escolar  uma passada no cinema para levar os pimpolhos para assistirem algum filme (geralmente de franquia) que entrou em cartaz justamente aproveitando o período de recesso escolar. Foi com essa estratégia que Alvin & Os Esquilos (Alvin and the Chipmunks), que estreou às vésperas do natal de 2007, arrecadou mais de 217 milhões de dólares somente em solo norte americano. As aventuras dos esquilos fofinhos obviamente renderam uma continuação dois anos depois e a franquia agora chega a seu terceiro episódio.

Seguindo a lógica hollywoodiana de que um, se lograr êxito, é pouco, dois, se não der prejuízo, é bom e três é melhor ainda se ainda houver lucro, Alvin & Os Esquilos 3 (Alvin and the Chipmunks: Chipwrecked EUA/2011) não mexe em time vencedor.Para quê arriscar milhões em bilheteria?

O diretor Mike Mitchell que assinou o divertido Super Escola de Heróis e deu um final indigno à série Shrek em Shrek Para Sempre assumiu a cadeira antes ocupada por Tim Hill e Betty Thomas já com a receita de bolo em mãos: fofuras, gracinhas, canções pop do momento e algumas clássicas na vozinha dos esquilos (o que chega a irritar em algus momentos) e o roteiro, bom, isso é o de menos aqui.

Na trama os esquilos Alvin, Simon e Theodore e as esquiletes Brittany, Eleonor e Jeanette embarcam com seu “pai adotivo” Dave em um cruzeiro e, claro, aprontam todas e a pior os leva a uma ilha deserta onde lutarão pela sobrevivência enquanto Dave luta para achá-los. O roteiro inconsistente é nada mais do que mera plataforma para uma série de gracinhas e fofices que certamente agradarão as crianças entre 7 e 10 anos e entediarão os adultos que entre um cochilo e outro poderão até se divertir com algumas piadas referenciais. O elenco humano pouco acrescenta à trama, serve apenas como escada para as estrelas peludas brilharem.

Haverá uma continuação? Certamente sim, a arrecadação do primeiro fim de semana foi satisfatória embora inferior à estréia do primeiro filme, porém, o estúdio terá de torcer para que haja uma renovação dos fãs, pois a garotada que acompanhou até aqui já estará entrando na adolescência daqui a dois anos e dificilmente continuará interessada em acompanhar as aventuras de Alvin e seus companheiros.
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